Blues Mendigo
Uma releitura com clima urbano, tensão, ironia e afeto.
Neste projeto, eu retomo músicas que compus e gravei em outros tempos e as recrio com imagem, arranjo e linguagem de hoje. A IA entra como ferramenta de expansão, não como substituição. A presença humana continua no centro: na voz, na interpretação, nas escolhas e no que cada canção ainda tem a dizer.
O projeto
As músicas que aparecem aqui nasceram em outras épocas, mas continuam vivas para mim.
O que estou fazendo no IAl6 é trazer essas composições de volta com novos arranjos, novas imagens e novas possibilidades de produção.
Não se trata de apagar a origem nem de trocar o humano pela máquina. Pelo contrário: a ideia é usar a tecnologia para reler o que já existia, preservando a emoção, a identidade e a assinatura de cada obra.
Esta é a primeira música que publico dentro do IAl6. Uma recriação em imagem e som a partir da minha canção sobre o poema "José", de Carlos Drummond de Andrade.
Nesta versão, eu procuro aproximar o poema, a canção e a linguagem audiovisual contemporânea sem esconder o processo: há inteligência artificial no arranjo e na construção visual, mas a obra continua ancorada na interpretação humana e na minha relação original com essa música.
Próximos lançamentos
O projeto continua nas próximas recriações, cada uma com sua própria atmosfera e linguagem.
Uma releitura com clima urbano, tensão, ironia e afeto.
Uma canção que volta com outra imagem, outra luz e outra perspectiva.
Bastidores
Com o tempo, esta seção vai reunir materiais de processo, referências, versões anteriores, decisões de arranjo, imagens de produção e notas sobre o uso da IA em cada trabalho.
Rascunhos, gravações antigas, versões anteriores e materiais de origem.
Estudos visuais, ideias de arranjo, atmosferas e caminhos de recriação.
Observações sobre escolhas formais, bastidores dos clipes e construção das novas versões.
Sobre
Sempre vivi essas duas dimensões de forma muito próxima. O IAl6 surgiu da vontade de revisitar músicas minhas com os recursos de hoje, sem transformar isso numa vitrine de tecnologia e sem perder o vínculo com a origem.
Aqui, a IA não aparece como truque nem como tema principal. Ela aparece como instrumento de criação dentro de um trabalho que continua sendo pessoal, autoral e assumidamente humano.